REFLEXÃO
ENTRE NÓS
124. Uma
reflexão sobre a obsessão
Fortaleza,
25 de janeiro de 2020
O
simples que foge aos olhos ao sentir.
Uma
obsessão que começa no simples.
Em
pequenos momentos e atos.
Como um
conta-gotas ou movimento do pêndulo esperando uma nova ação para ganhar um
impulso.
Um novo
ritmo.
O ritmo
que aos poucos sai do equilíbrio levando sem pressa e sutilmente ao extremo.
Ao
extremo do pêndulo onde no lado oposto aguarda pacientemente aquele que
alimenta o desequilíbrio de maneira sutil e nem sempre ardilosa, mas paciente
assim ganhando força e nos levando com cautela ao outro extremo do pêndulo
assim "caindo" em seus braços concluindo com sucesso o primeiro
balançar do "pêndulo da obsessão", pois o excesso gerado de maneira
sutil e simples causa o desequilíbrio levando ao extremo tendo como efeito não
apenas um vício, mas um alimento para os famintos por sensações.
Sensações
viciosas.
No
princípio era o exterior alimentando o interior, mas com a volta do pêndulo é o
interior viciado que alimenta o exterior faminto que um dia foi alimento, mas
hoje é alimentado.
Um dia
somos senhores em outros somos escravos.
Antes do
complexo existiu o simples que fugiu aos olhos e sentir.
Autoria:
um amigo espiritual
Médium:
WAT
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