domingo, 27 de novembro de 2016

82. Eu preciso me desapegar daqueles que partiram


REFLEXÃO ENTRE NÓS
82. Eu preciso me desapegar daqueles que partiram

Fortaleza, 23 de novembro de 2016
Aníbal Albuquerque

Nesse vídeo do canal do YouTube "Amigos da Luz", temos um grande ensinamento da necessidade de desapegar dos nossos entes queridos que nos deixaram.

Esse desapego tanto é deles para nós e de nós para eles.

Não queremos dizer com isso, que não viveremos o luto, é natural, pois há o sentimento de amor entre as pessoas.

O que pretendemos dizer é que o luto após o tempo necessário, não muito longo, encerrará para que possamos prosseguir a nossa vida e que o nosso ente querido também possa prosseguir a sua vida espiritual aonde se encontre.

Naturalmente, teremos lembranças por aqueles que partiram, quando lhe dirigiremos pensamentos, preces, faremos referência, mas é diferente de viver em função de sua ausência.

Que possamos compreender por meio desse vídeo o que estamos falando para que não fiquemos "prendendo" ou interferindo no caminhar daquele que se foi ou que ele também não interfira o caminhar daqueles que ainda estão encarnados.

Muita paz e luz em seu caminhar!



Texto - Anibal Albuquerque
Criação da marca - Weyne Vasconcelos
Revisão - não foi revisado

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domingo, 6 de novembro de 2016

81. Será a Doutrina Espírita o Consolador prometido por Jesus?

REFLEXÃO ENTRE NÓS

Para hoje trazemos a colaboração de nossa irmã Peregrina Capelo (Pêra), abnegada trabalhadora na seara do bem, divulgadora incansável dos ensinamentos do Mestre Jesus.
De antemão, agradecemos o seu carinho pelo presente deste texto gentilmente cedido para ser publicado em nosso blog.


81. Será a Doutrina Espirita o Consolador prometido por Jesus?

“Se me amais, guardai os meus mandamentos. E Eu rogarei a meu Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique, eternamente, convosco, o Espírito de Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós o conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós. Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”. (Joao, 14: 15 a 17 e 26)

Essa é uma pergunta que, sem dúvida alguma, suscita a curiosidade de uns, a dúvida de outros e o descrédito de muitos, inclusive dentre os simpáticos ao Espiritismo.

Consideremos, inicialmente, a necessidade de verificar, no corpo da Doutrina Espirita, dois pontos de suma importância: o primeiro, se essa Doutrina tem o caráter Consolador, tão presente nos ensinamentos de Jesus, para que ela possa ser recebida como o outro Consolador; e o segundo, se ela vem em nome de Jesus, como ele prescreve.

Em O Livro dos Espíritos, primeiro volume da Codificação Espírita, encontraremos, na pergunta 625, os Espíritos citando “Jesus” como sendo o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo, o que já responde nossa segunda observação. Posto que, uma vez que os Espíritos indicam Jesus como modelo, decorre então, que a doutrina que eles vieram revelar segue o mesmo direcionamento daquela que o Cristo também revelou.

Quanto ao condão de ser o Consolador prometido, ao observarmos na fala de Jesus, citada por João, poderemos identificar, das Suas predições, os pontos que identificam a Doutrina Espirita com o Consolador, por Ele, prometido. Destacamos três momentos de considerável relevância, quais sejam:

1. Quando Jesus diz “para que fique, eternamente, convosco” entendemos que o Consolador não poderá estar personificado em um indivíduo, assim como foram Moisés e o próprio Jesus, pois aquele estaria sujeito à lei natural, a qual estão sujeitos todos os organismos vivos, culminando sua existência física com a morte, impedindo-o de permanecer eternamente conosco. É necessário que esse Consolador tenha vida eterna, o que ficou claro, pela Doutrina Espírita, quando nos ensina que o Espírito é imortal. Jesus refere-se ao Consolador, a quem (e não, “aquele que”) Deus enviará em seu nome, que será um número indeterminado de enviados, os quais compõem a Legião de Deus, O Espírito Santo.

2. Já em outro trecho da fala de Jesus, o Consolador não poderia ter vindo antes, pois o mundo não o poderia receber, sendo o momento histórico ideal, meados do Século XIX, anos de supervalorização da razão e do homem. Época em que a Ciência ganhava forças na luta com a Religião, disputando, ambas, a posição de “Dona das Verdades” do mundo. Allan Kardec, codinome de Hypollyte Léon Denizard Rivail, homem de projeção na sociedade parisiense e no mundo científico, realiza a codificação de uma Doutrina Filosófica, cujos ensinamentos não vieram dos homens, nem dele próprio, mas sim, dos Seres invisíveis que habitam o Mundo dos Espíritos, exaustivamente testada pelo caráter científico da observação, investigação e argumentação;

3. E completa Jesus, que o povo “não o via e nem o conhecida”, pois o estado evolutivo da esmagadora maioria dos homens, para quem Ele falava, não permitia que viessem e conhecessem o mundo invisível e suas relações com o mundo material. Isso somente foi possível com o trabalho de Kardec, cujo resultado foi o de juntar os ensinamentos vindos do mundo invisível (que não pode ser visto com os olhos do corpo físico), quanto à Deus, aos Espíritos enquanto inteligências individuais, à existência do Mundo Espiritual, à preexistência e sobrevivência da alma, à reencarnação como lei natural, à lei de causa e efeito, à escala evolutiva a que estão sujeitos os Espíritos e os mundos, à pluralidade de existências e de mundos habitados, entre outros conceitos, todos trazidos por Jesus, mas que não foram compreendidos naqueles tempos. A Doutrina dos Espíritos vem ensinar aos homens, que não estiveram encarnados na mesma época de Jesus, e d’Ele não receberam seus ensinamentos, e a nós outros, que lá estávamos, vem relembrar tudo o que Jesus ensinou, é o que entendemos quando Ele fala que o Consolador “vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”.

Para que não reste dúvida quanto à Doutrina Espirita ser embasada nos ensinamentos de Jesus e seja o Consolador Prometido, exercendo o mister designado por Ele, imperioso é que debrucemos os olhos sobre o índice de O Evangelho Segundo o Espiritismo, terceiro livro do pentateuco kardequiano, em cujos capítulos iremos encontrar a reprodução do Sermão da Montanha, o maior legado do Mestre Jesus à humanidade, tratado de conduta ético-moral ímpar, comentado em todas as Bem-aventuranças pelos Espíritos codificadores, realizando a vontade d’Aquele que nos mostrou ser o Caminho, a Verdade e a Vida, para que pudéssemos chegar ao Pai, assim como Ele chegou. E, ao adentrarmos esse universo de ensinamentos, demoremo-nos no Capitulo 6 - O Cristo Consolador, e encontraremos o trabalho, brilhantemente edificado, do Codificador e do Espírito de Verdade, unindo Jesus, o divino Consolador da Galileia, ao Espiritismo, o Consolador Prometido.

O que poderia ser mais consolador que ouvir, pelas vozes daqueles que nos antecederam na caminhada evolutiva, que o caminho a percorrer, mesmo sendo árduo e cheio de aflições, é iluminado pelo Augusto amor de Jesus e pela perfeita Providência divina?

Eis o convite renovado: Venha conhecer a Doutrina Espirita, o Consolador prometido por Jesus!

(Peregrina Capelo, “Pêra”, empresária, expositora espírita)
Fortaleza-jul/16


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