quarta-feira, 20 de maio de 2020

138. OS RUÍDOS E OS BELOS ACORDES DA REFLEXÃO

REFLEXÃO ENTRE NÓS
138. Os ruídos e os belos acordes da reflexão
Fortaleza, 20 de maio de 2020


Os ruídos e os belos acordes da reflexão

Vozes e gritos cercando o imaginário

Habitam nosso mental

O nosso invisível assombrando e atordoando o SER

O SER em busca de belas notas e acordes em meio a tantos ruídos e agitações

Os invisíveis e agitados ruídos mentais impedindo que belas notas sejam compreendidas

Sejam sentidas e apreciadas

Impedindo que belos acordes sejam montados

As belas melodias buscam a beleza do silêncio

As belas melodias habitam campos harmônicos do silêncio

Campos harmônicos do SER

O silêncio despertando a observação

O observar despertando o sentir

O sentir nos levando a campos harmônicos jamais imaginados, pois em meio a todo ruído e agitação não se é possível chegar a campos harmonioso do SER


Escuta mediúnica pelo médium W. A. V.
Recebido em 16/04/20

137. RECOMEÇO


Quem foi o espírito André Luiz?



REFLEXÃO ENTRE NÓS
137. Recomeço
Fortaleza, 20 de maio de 2020

 A reencarnação permite repetir experiências anteriores, com a lei de causa e efeito corrigindo agora os erros do passado.

Ontem, desvio.
Hoje, consequência.

Ontem, orgulho cultivado.
Hoje, a dor da humilhação.

Ontem, delito impune.
Hoje, condenação injusta.

Ontem, fortuna esbanjada.
Hoje, situação de penúria.

Ontem, fraternidade ausente.
Hoje, amargura da solidão.

Ontem, desrespeito à saúde.
Hoje, deficiência orgânica.

Ontem, inteligência no mal.
Hoje, mente retardada.

Ontem, uso da violência.
Hoje, doença degenerativa.

Ontem, patrocínio do ódio.
Hoje, enfermidade mental.

Ontem, sucesso duvidoso.
Hoje, fracasso repetitivo.

Hoje, o casamento difícil, o filho problemático e a família complicada são o recomeço de tarefas mal resolvidas no pretérito.

Muitas vezes, tais situações ocorrem a pedido dos próprios interessados, desejosos de superar os enganos de outras vidas e trabalhar pelo aperfeiçoamento íntimo.

Contudo, existem Espíritos endurecidos e indiferentes ao progresso espiritual, incapazes de se decidirem pelo caminho do bem.

Estes são compelidos às tribulações, a fim de que a dor lhes prepare o coração aos influxos renovadores, da mesma forma que, na oficina, o ferro rígido e frio é levado ao fogo, para que seja mais receptivo às exigências da bigorna e do martelo.

(Texto extraído do livro "Vivendo o Evangelho" de Antônio Baduy Filho / André Luiz).