sábado, 25 de julho de 2015

17. O meu problema são as companhias

17. O meu problema são as companhias

 

Fortaleza, 19 de julho de 2015

 

 

Meus irmãos,

 

Que a paz do Mestre Jesus esteja entre nós!

 

"Me diga com quem tu andas, que eu te direi quem tu és."

 

O ditado popular nos indica que a responsabilidade dos nossos erros é das nossas companhias. Normalmente, desejamos responsabilizar o outro por nossas fraquezas, nossos problemas e todas as nossas mazelas.

 

Rapidamente encontramos os defeitos no outro, mas não conhecemos os nossos. "Enxergai o argueiro no olho do próximo, mas não vê a trave em vosso olho." (Jesus)

 

Kardec nos ensina que os Espíritos entram em sintonia conosco conforme as nossas emoções, sentimentos, pensamentos, palavras e atos. Semelhante atrai semelhante. A física demonstra essa teoria.

 

Dessa forma devemos reescrever o ditado popular para "me diga quem você é, que eu te direi com quem você anda." Somos nós que atraímos nossas companhias, porque nos colocamos no mesmo campo vibracional, estamos na mesma sintonia, na mesma frequência que elas.

 

Durante a reunião mediúnica é importante a sintonia dos médiuns com os bons Espíritos que dirigem a atividade, aproveitando as oportunidades para aprendizado com os casos  que chegam até nós.

 

A preocupação para a sintonia com os bons Espíritos não deverá ocorrer somente no dia ou durante o horário da reunião mediúnica; na verdade, devemos estar atentos no dia-a-dia aos nossos pensamentos e ações, pois definirão os nossos companheiros encarnados e desencarnados.

 

A mudança não ocorrerá da noite para o dia, pois na natureza tudo é gradual, não dá saltos. A reforma íntima é gradual, mas isso não deverá servir de desculpas para adiamentos na nossa caminhada. Então, façamos a nossa parte e deixemos de responsabilizar os outros por nossos problemas.

 

Encerramos o texto com esse trecho de Sai Baba "Os seus desejos e impressões inatos edificam ou arruínam você."

 

Esperamos que aprecie este artigo. Participe do entre nós com exemplos, perguntas e sugestões.

 

Paz e Luz!

 

 

Sugerimos o vídeo no YouTube "Sozinho?" http://youtu.be/oyuDnGvjLu8

 

Veja também os outros episódios e reflita sobre os ensinamentos expostos para essa temática:

 

Fonte: Aula 3. Classificação da Mediunidade

 

Ficha técnica:

Texto - Anibal Albuquerque

Arte - Weyne Vasconcelos

Revisão - Idejane de Melo

Mídias sociais - Marcos Lima Domingues


quarta-feira, 15 de julho de 2015

16. Mediunidade de efeitos inteligentes

CONVERSANDO SOBRE MEDIUNIDADE

16. Mediunidade de efeitos inteligentes

 

Fortaleza, 10 de julho de 2015

 

 

Meus irmãos,

 

Fiquemos em paz!

 

Como vimos no artigo anterior, a mediunidade pode ser classificada como de efeitos físicos e como de efeitos inteligentes. 

 

Na literatura espírita, a mediunidade de efeitos inteligentes também é denominada de subjetiva. Subjetiva porque cada médium é único, não há uma mediunidade igual a outra e a expressão mediúnica se dá conforme a preparação, a sintonia com os Espíritos e o estado psíquico do médium. É semelhante a uma prova com questões subjetivas, onde cada pergunta é respondida conforme o entendimento e o conhecimento que cada um tem sobre o tema ou assunto. 

 

Depende também do organismo do médium, pois há uma relação intrínseca entre mediunidade e  o organismo do médium, determinando também o tipo e o grau da mediunidade. Para isso, veja  na internet estudos e palestras do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, neurocientista.

 

Outro aspecto que não podemos esquecer é quanto à expansão do perispírito, que interfere no grau de consciência do médium com relação à comunicação. Podemos classificar o médium como inconsciente, semi-consciente ou consciente, principalmente quando nos deparamos com o  intercâmbio por meio da fala ou da escrita. Na primeira situação, o médium é mecânico, não retém e não tem lembranças do que falou ou escreveu. No segundo caso, o médium retém algo do que foi comunicado, restando-lhe ao final lembranças do que foi dito ou escrito pelo comunicante. No último tipo, o intermediário possui total consciência do que foi exposto, sabendo previamente o que será falado ou escrito, podendo interferir no conteúdo intencionalmente.

 

Algumas vezes, durante um diálogo em uma reunião mediúnica, os médiuns poderão ter percepções e intuições distintas para um mesmo comunicante, contendo visões complementares para um determinado enredo, semelhante às peças de um quebra-cabeça, que de peça em peça se encaixam compondo o todo, onde cada percepção é complementar ao diálogo que está ocorrendo.

 

Os médiuns de efeitos inteligentes podem ser classificados conforme a sua característica, podendo apresentar mais de uma mediunidade: vidente (visão), audiente (escuta), psicofonia (fala) e psicografia (escrita). Oportunamente conversaremos sobre cada uma dessas mediunidades.

 

Participe do entre nós com exemplos, perguntas e sugestões. Divulgue entre seus amigos este trabalho, compartilhe!

 

Até o nosso próximo encontro.

 

 

Fonte: Aula 3. Classificação da Mediunidade

 

Ficha técnica:

Texto - Anibal Albuquerque

Arte - Weyne Vasconcelos

Revisão - Idejane de Melo

Mídias sociais - Marcos Lima Domingues


domingo, 12 de julho de 2015

15. Mediunidade de efeitos físicos

CONVERSANDO SOBRE MEDIUNIDADE

15. Mediunidade de efeitos físicos

 

Fortaleza, 10 de maio de 2015

 

 

Meus irmãos,

 

Que a paz do Mestre Jesus esteja entre nós!

 

A mediunidade pode ser classificada como de efeitos físicos e como de efeitos inteligentes. Na literatura espírita a mediunidade de efeitos físicos  também é denominada de material ou objetiva. Objetiva, porque todas as pessoas que estiverem no local presenciarão o fenômeno, sendo comum a todos. É semelhante a uma prova com questões objetivas, nela as respostas apresentadas são iguais para todos.

 

Em O Livro dos Médiuns encontramos uma variedade de manifestações de efeitos físicos, estando classificadas como: sonoras (pancadas e música), luminosas (centelha, clarão e luz), motoras (movimentação, levitação, transporte de objetos), modificadoras (materialização de objetos ou visualização de Espíritos), voz direta, escrita direta e cura.

 

Em todas essas ações não há a intervenção física humana, mas somente a de Espíritos.

 

Podemos citar uma manifestação de efeito físico luminoso (centelha), encontrado na Bíblia no Antigo Testamento quando Moisés recebeu as primeiras orientações de Deus: “E apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia.” (Êxodo 3, 2).

 

Com Jesus podemos citar uma manifestação de efeito físico modificador, quando ele sobe no monte e se encontra com Moisés e Elias. "(...) Jesus foi para um monte alto, levando consigo somente Pedro e os irmãos Tiago e João. Ali, eles viram a aparência de Jesus mudar: o seu rosto ficou brilhante como o sol, e as suas roupas ficaram brancas como a luz. E os três discípulos viram Moisés e Elias conversando com Jesus. "(Mateus 17:1-3)

 

Para que o fenômeno possa ocorrer são necessários três elementos: um médium de efeitos físicos, de quem é utilizada a energia (fluido vital, ectoplasma), do Espírito que deseja provocar o fenômeno e da energia da natureza a qual é misturada com a do médium.

 

Muitas vezes o fenômeno de efeitos físicos ocorre sem que o médium saiba que ele é o causador. Cito como exemplo o filme Sexto Sentido, onde ocorre uma variedade de efeitos físicos na casa do personagem principal (o garoto), tais como desaparecimento de objetos (anel da mãe, que a avó havia lhe presenteado), objetos na cozinha espalhados e armários abertos. O garoto era o causador sem saber. De outras vezes o médium de efeitos físicos reconhece que os fenômenos ocorrem por causa da sua presença no ambiente, e dessa forma ele provoca o fenômeno no ambiente.

 

Quando tratamos deste assunto, algumas pessoas questionam se determinados fenômenos que ocorrem em sua casa ou em outro lugar estão sendo causados por elas, ou seja, desejam saber se são médiuns de efeitos inteligentes. Ao responder procuro seguir os ensinamentos de Kardec, que devemos sempre questionar, investigar e fazer passar pelo crivo da razão, evitando o fenômeno pelo fenômeno. Por exemplo, se uma lâmpada fica se acendendo e se apagando sozinha é importante verificar se ela está frouxa e se o mal contato é o causador do que se vê. Devemos chamar um eletricista para verificar como está a instalação elétrica. Antes de afirmar, devemos descartar todas as possibilidades. Temos que ter cautela e prudência. Poderemos estar na presença de um médium de efeitos físicos ou simplesmente diante de um problema elétrico.

 

Esperamos que goste deste material, participe do entre nós com exemplos, perguntas e sugestões.

 

Paz e Luz!

 

 

Fonte: Aula 3. Classificação da Mediunidade

 

Ficha técnica:

Texto - Anibal Albuquerque

Arte - Weyne Vasconcelos

Revisão - Idejane de Melo

Mídias sociais - Marcos Lima Domingues